Maia com Programa Extraordinário de Apoio à Economia Local

Com o objetivo de ajudar as empresas locais e os empresários maiatos em nome individual a reduzir os impactos económicos causados pela pandemia por COVID-19, o Município da Maia criou o “Programa Extraordinário de Apoio Direto à Economia Local” (PEADEL).
Com uma dotação de 1,2 milhões de euros, o programa municipal atribui às empresas, a fundo perdido, o equivalente a um salário mínimo por cada trabalhador, 635 euros, até ao limite de 7.000 euros por empresa.
Empresários em nome individual, micro e pequenas empresas do concelho, com volume de negócios até 350.000 euros em 2019, foram os destinatários desta medida aprovada pela Câmara Municipal da Maia.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal da Maia “está em causa a sobrevivência de muitas empresas e muitos postos de trabalho”. António Silva Tiago recorda que os apoios governamentais à economia são “claramente insuficientes face à crise despoletada pela pandemia”. Por isso, “a Câmara não pode ficar indiferente ao impacto que o confinamento provoca em todos aqueles que exercem a sua atividade no território da Maia”, acrescenta.
Para António Silva Tiago, este “apoio musculado do Município contribuirá para a sobrevivência das empresas e para a manutenção dos postos de trabalho, promovendo a valorização empresarial no concelho da Maia e mitigando os efeitos económicos da crise”.
Segundo o edil a criação deste Programa Extraordinário de Apoio Direto à Economia Local surge no seguimento do trabalho que o município tem vindo a desenvolver de combate à pandemia e aos seus efeitos económicos e sociais. “Representa um grande investimento que podemos fazer graças à saúde económica do município”, sublinha António Silva Tiago.